domingo, 9 de novembro de 2008

MILTON SANTOS

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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A crise em desdobramento e a relevância de Marx

Por István Mészáros
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GEPPGE REALIZA MINICURSO NA XV SEMANA DE PEDAGOGIA DA UEM EM 2008

Assunto: Educação do Campo
TEMA: O CURSO DE PEDAGOGIA E AS PERSPECTIVAS CONTEMPORÂNEAS DE LEITURA DA EDUCAÇÃO NO E DO CAMPO
No objetivo de apresentar referenciais de leitura sobre educação no e do campo no Brasil, trabalhamos a partir do debate sobre educação e território para contextualizar, por meio das Diretrizes Nacionais, em especial das Diretrizes Curriculares para Educação do campo no Brasil e no Paraná, a criação e desenvolvimento de Cursos de graduação em Pedagogia do Campo. É no processo de identificação dos princípios norteadores da educação do campo no território nacional que passamos a apresentar o que consideramos a expressão do reconhecimento social e político das práticas educativas escolares e não-escolares na dimensão dos movimentos sociais do campo.
Fotos: Puziol - 7-10-2008









I COLÓQUIO DE PESQUISA GEPPGE

FOTOS: Cecílio
16/10/2008
Assunto: Educação em Direitos Humanos
Autor: Elias Canuto Brandão

Assunto: AÇÕES DO MNDH NO PARANÁ
Elias Canuto Brandão*

Resumo: O presente colóquio é uma leitura sociológica das políticas em direitos humanos no Paraná, desencadeadas pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH-PR), entre 1999 a 2008. A pesquisa sobre o MNDH iniciou-se em 2004, com Convênio firmado entre MNDH e Ministério da Educação, por meio do Departamento de Políticas de Ensino Superior (DEPES), Convênio AS 9679/2003-MNDH-MEC/SESu/DEPES (Banco Mundial / UNESCO), tendo como pesquisador no Paraná o autor deste colóquio, objetivando diagnosticar a oferta em "Educação em Direitos Humanos" nas universidade federais. À parte foi desenvolvida pesquisa para diagnosticar as entidades filiadas ao MNDH, sendo encerrada em 2008, quando da apresentação da mesma às entidades filiadas durante encontro do Movimento, em Maringá/PR. Utilizamos como metodologia a caracterização dos direitos humanos desde 1700 a.C., período do rei e do Código de Hammurabi, mas nos ativemos ao Brasil, período de organização dos quilombos, canudos e contestado, chegando ao século XX, quando da organização do MNDH em 1982; da organização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); Meninos e Meninas de Rua (MMMR); operários, moradia, entre outros. O resultado da pesquisa indicou que, no Paraná, organizações de direitos humanos existem há décadas, mas enquanto MNDH data-se a partir de 1999, com atividades diferenciadas no Estado, aglutinando entidades que desenvolvem diferentes trabalhos de direitos humanos, portanto heterogêneas, como centros que defendem direitos humanos (CDHs); coletivo que estuda educação em direitos humanos; portadores de deficiências visuais e físicos, crianças e adolescentes autistas; mães de violência policial; prostitutas; ex-presos políticos; crianças e adolescentes de periferia; movimento negro; indígenas, algumas delas com sérias dificuldades na própria organização.
Palavras-chave: História do MNDH-PR; direitos humanos; entidades filiadas.


6/11/2008
Assunto: POLÍTICAS INTERNACIONAIS PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Autora: Rebeca Szczawlinska Muceniecks

Resumo:As políticas de meio ambiente e educação apregoadas pelo Banco Mundial e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), juntamente a outras agências especializadas, vinculadas à plataforma ONU (Organização das Nações Unidas), a partir da década de 1970 até o ano de 2005, são objeto de análise no presente estudo. O recorte temporal compreendido entre 1970 e 2005 tornou-se um procedimento necessário mediante a crescente importância que a problemática ambiental alcançou na década de 1970, alavancando a discussão do tema ao âmbito internacional. A evidência da (pré)ocupação com a interferência predatória do ser humano no meio ambiente, nessa década, concretizou-se na realização de três grandes conferências internacionais, respaldadas pela ONU e por suas agências especializadas. As conferências de Estocolmo (1972), Belgrado (1975) e Tbilisi (1977) representam o marco referencial para a discussão e definição das bases conceituais de educação para o meio ambiente que adentraram o século XXI. O ano de 2005, como delimitação final deste estudo, justifica-se por demarcar a implantação da “Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável”, de 2005 a 2015.


06/11/2008
Assunto:: O “DIÁLOGO DE SABERES NO ENCONTRO DE CULTURAS”
NAS ESCOLAS TÉCNICAS DO MST NO PARANÁ
Autora: Dominique Michèle Perioto Guhur

Resumo: A temática de nossa investigação está enraizada no movimento social denominado “Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra-MST”, organizado a partir da retomada das lutas pela terra no final da década de 1970, o MST vai rapidamente ampliar seus objetivos: de articulação nacional da luta pela terra, à luta por Reforma Agrária e finalmente pela transformação da sociedade, assumindo assim um caráter de classe. Referência entre os movimentos sociais do Brasil e do mundo, o MST é especialmente conhecido por sua proposta de educação. A partir de 1998, com a organização da I Conferência Nacional por uma Educação Básica no Campo, o MST passa também a ser, em conjunto com outros movimentos sociais, um interlocutor na formulação de políticas públicas para a educação. Neste contexto analisamos a proposta “Diálogo de Saberes, no encontro de culturas” nas escolas técnicas do MST do Paraná, desde seu surgimento e a partir de seus pressupostos filosóficos, políticos e pedagógicos como possível contribuição à constituição de uma Educação Profissional do Campo.

19/03/2009
Assunto: ORIENTAÇÕES DA UNESCO PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS NA PROTEÇÃO AO DIREITO A INFÂNCIA E A ADOLESCÊNCIA NA DÉCADA DA EDUCAÇÃO (1997 – 2007)


Autora: Caroline Mari de Oliveira (PIC/CNPq-UEM),

Resumo: Apresentamos o resultado da investigação acerca dos objetivos e orientações da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, UNESCO, publicados na década da educação, 1.997 – 2.007, para a proteção do direito a infância e adolescência. Nosso objeto é o papel da UNESCO como agência de intervenção internacional nas políticas educacionais no Brasil na garantia da proteção ao direito à infância e adolescência. O objetivo do estudo foi analisar a profusão de valores oferecidos por meio de programas e documentos. Constatamos, durante a análise documental, que no âmbito educacional, a UNESCO é uma agência independente e ligada por conjunção de seus trabalhos por meio da Organização das Nações Unidas. Visa colaborar com Estados–membros na edificação da capacidade humana e institucional na educação, ciências sociais, cultura e comunicação, fomentando ações prioritárias como a capacitação de professores e projetos voltados às populações carentes. Têm o intuito de criar programas e documentos para a erradicação da pobreza, da desigualdade social e da exclusão social. No Brasil existem ações na orientação legal que visa, principalmente, agir sobre dificuldades da população viver plenamente os seus direitos. Enfrentam no fim do século XX e início do século XXI, a prática cruel do trabalho infantil, o qual é tema discutido no mundo inteiro pelas agências internacionais. Nosso estudo vem ratificar que o trabalho infantil e/ou precoce, independente destas ações, foi e tem sido historicamente formadores de diversos tipos de crianças, trazendo graves consequências para o desenvolvimento humano. O processo de desenvolvimento humano é roubado no processo de exploração do trabalho infantil. Para essa população, o trabalho rouba o tempo de aprender, de conviver com a família, de brincar e de descansar.
Palavras-chave: Direitos do cidadão, Políticas públicas, UNESCO, Trabalho infantil.

27/11/2008
Assunto: "Orientações da Unesco para formação de professores/educadores do e no campo, na década da educação - 1997-2007"
Autoras: Elisete Cristina Gonçalves dos Santos e Ketlen Leite de Moura

Resumo: A partir de 1990, no âmbito das Nações Unidas, foram realizados eventos cuja tônica foi à Educação e a Formação de Educadores. Geraram documentos que estabeleceram políticas que asseguram a Formação de Professores. Conscientizar e desvelar os reais fundamentos, as propostas de Formação de Professores no e do Campo, e perceber as influências da organização vinculada a ONU, denominada UNESCO foi o desafio que empreendemos. Nessa perspectiva a pesquisa vinculada ao Projeto: Em Busca de Uma Política de Formação de professores no Brasil – orientações da UNESCO 1990, examinou as políticas de Formação de Professores para a Educação no e do Campo contidas nas orientações da UNESCO para o Brasil, na década da educação (1997 – 2007). A análise dos documentos foi priorizada para apreender e analisar em torno das principais justificativas governamentais no Brasil, que articula a formação de educadores do campo com as recomendações propostas pela UNESCO.

23/04/2009

Assunto: A REALIDADE EDUCACIONAL DAS ESCOLAS EXISTENTES NAS COMUNIDADES REMANESCENTES DE QUILOMBOS DO PARÁ

Autora: Gillys Silva

Gillys Vieira da Silva[2]–
gillysvieira@yahoo.com.br
Salomão Mufarrej Hage[3] / Orientador


Assunto: A REALIDADE EDUCACIONAL DAS ESCOLAS EXISTENTES NAS COMUNIDADES REMANESCENTES DE QUILOMBOS DO PARÁ[1]RESUMO: Este trabalho socializa o resultado de uma pesquisa sobre as escolas inseridas em comunidades remanescentes de quilombos no Estado do Pará, que diagnosticou esta realidade, evidenciando as dificuldades enfrentadas pelos educadores e educandos no processo ensino aprendizagem. A investigação sobre a temática se justifica no atual contexto, pelo surgimento de políticas públicas direcionadas para a população afro-descendente e indígena, com a finalidade em tese de corrigir e minimizar os efeitos de políticas altamente discriminatórias e excludentes que vem sendo implantadas para essas populações desde a nossa colonização; ao mesmo tempo em que os estudos que envolvem essa problemática ainda são muito limitados, num momento em que a educação pode se constituir numa estratégia importante para se afirmar as diferenças culturais contribuindo para a superação da discriminação e do preconceito racial, infelizmente, ainda muito acirrado em nossa sociedade. O estudo apresenta uma abordagem quanti-qualitativa, com levantamento bibliográfico e documental, como também dados estatísticos o que oportunizou um diagnóstico detalhado das escolas, seguida de uma pesquisa de campo e uma observação in loco, onde foram realizados coleta de dados, observações e entrevistas com representantes das comunidades, pais, professores, técnicos das secretarias municipais de educação visando o levantamento da prática pedagógica desenvolvida nas escolas e sua relação com o ensino aprendizagem. A realidade encontrada nas comunidades remanescentes de quilombos visitadas evidenciou o descaso e a falta de investimentos das esferas Municipal, Estadual e Federal com relação a essa problemática. Os desafios enfrentados no âmbito da educação em áreas remanescentes de quilombos são muitos e advindos de vários fatores interligados, que afetam o aproveitamento dos alunos, o que indica que ainda são muitas as barreiras a serem superadas para se implantar um ensino voltado para a realidade dos povos negros, a começar pela infra-estrutura. Muitas comunidades já possuem a escola, com uma ou duas salas de aula, mas quase sempre em construções cobertas de palha, impossíveis de serem utilizadas em dias de chuva. O elevado número de professores leigos impede que os estudantes avancem para além do 1º seguimento do ensino fundamental, e quem consegue terminar essa etapa deve procurar vaga em instituições localizadas na sede dos municípios, que, além de distantes, não recebem de forma respeitosa esses alunos. A discriminação e o preconceito aparecem inclusive nos livros didáticos e no currículo, distantes do modo de vida dessas comunidades. Em que pese o reconhecimento conquistado na legislação vigente quanto ao direito à educação por parte das populações remanescentes de quilombos, os resultados da pesquisa revelaram que muitos esforços ainda são necessários para que sejam enfrentadas a discriminação, a desigualdade e a exclusão social e educacional impostas a essas populações na sociedade, entre outros fatores sugerimos a princípio, a necessidade do acompanhamento pedagógico por parte das Secretarias Municipais de Educação, e da formação continuada dos educadores que aborde a realidade especifica dessas comunidades.
Palavras Chave: Educação do campo, diversidade cultural, comunidades quilombolas.
[1] Pesquisa financiada pelo PIBIC/CNPQ realizada em 2004-2006.
[2] Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará.
[3] Prof. Dr. do Instituto de Educação da Universidade Federal do Pará

21/5/2009

Assunto: Contribuição dos estudos de Milton Santos para Educação no e do campo

Autora: Jeinni Puziol

Resumo: O objetivo deste ensaio é analisar a contribuição da ciência geográfica, especificamente dos estudos de Milton Santos, na Educação do e no Campo, considerando os objetos de estudo no interior da sociedade capitalista em suas condições de mundialização. Busca-se compreender as categorias geográficas em consonância com a Reestruturação Produtiva do Capital, a partir da década de 1970, e resgatar a realidade da Educação do e no Campo no intuito de apreender como a geografia pode colaborar com a formação de educadores do campo mais conscientes das relações sociais e espaciais que ocorrem desde a realidade global ao cotidiano. O referencial teórico metodológico busca explicitar o vínculo orgânico entre a o modo de produção capitalista e a vida social, explicitando a relação entre a educação do campo e a geografia no contexto histórico-mundial na fase global. Finaliza-se pontuando o papel que tais relações podem exercem na realidade educacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

22/10/2009
Elpídio Serra
Assunto: Faxinais Resumo: O presente colóquio tem por objetivo realizar uma apresentação preliminar das comunidades faxinalenses localizadas no Estado do Paraná e sua caracteristica forma de organização com a finalidade de informar os participantes do GEPPGE que participarão da VII Jornada de Políticas Púlicas e Gestão Educacional sobre a temática.
19/11/2009
Bianca Aparecida Martins Félix
ASSUNTO: TERRITÓRIOS DO SABER EM MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO: AS POLÍTICAS/PROGRAMAS PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO PÓS 1990

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

PALESTRA REALIZADA PELO GEPPGE NO DIA 05/11/2008

Assunto: EDUCAÇÃO DO E NO CAMPO
TEMA: EDUCAÇÃO DO CAMPO: POLÍTICAS E DIRETRIZES
A Palestra teve como objetivo discutir a escola imposta aos camponeses, que funcionou como mecanismo de controle social pela ação do poder público. As ações dos governos ocorridas até a década de 1980, período em que os camponeses começaram a agir como sujeitos sociais na cobrança de implementação de políticas públicas, foi objeto de dabate. O surgimento das organizações dos movimentos sociais do campo, constituindo-se como sujeitos coletivos e fazendo-se notar, a partir da metade dos anos de 1990, ao chamarem para si o debate da educação pública para todos, independentemente de governos e, ao mesmo tempo, contrariando o posicionamento das Organizações não Governamentais isoladas, realizando trabalhos de educação popular, no sentido de garantir política pública de educação de qualidade social executada pelo Estado, foi apresentado no histórico da construção das diretrizes nacionais para educação do campo.
Fotos: Cecílio
5/11/2008
Casa de Taipa habitada por trabalhadores Sazonais no Estado de Alagoas - 1999
V Ciclo de Palestras: Políticas Públicas na Autalidade - educação e diversidade Cultural

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sexta-feira, 20 de junho de 2008

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 410, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2007: Contratação de trabalhador rural por pequeno prazo

"ATO DO PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL Nº 12, DE 2008Publicado no DOU de 28/03/2008

O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL, cumprindo o que dispõe o § 1º do art. 10 da Resolução nº 1, de 2002-CN, faz saber que, nos termos do § 7º do art. 62 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001, a Medida Provisória nº 410, de 28 de dezembro de 2007, que "Acrescenta artigo à Lei nº 5.889, de 8 de junho de 1973, criando o contrato de trabalhador rural por pequeno prazo, estabelece normas transitórias sobre a aposentadoria do trabalhador rural e prorroga o prazo de contratação de financiamentos rurais de que trata o § 6º do art. 1º da Lei nº 11.524, de 24 de setembro de 2007", terá sua vigência prorrogada pelo período de sessenta dias, a partir de 6 de abril de 2008, tendo em vista que sua votação não foi encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional.Congresso Nacional, 27 de março de 2008."
Senador GARIBALDI ALVES FILHO
Presidente da Mesa do Congresso Nacional
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